Escritor diz que a porta de entrada para a leitura são os gibis

Simão de Miranda agradece à biblioteca da escola a paixão pelo mundos das letras
Gibis
Gibis Mauren Veras / Flicker / CC

No programa Cotidiano desta quarta-feira (17), o convidado foi o escritor, professor e doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, Simão de Miranda.
 
Ele conta que desde pequeno, por volta dos 6 anos de idade, começou seu contato com a literatura e as letras por meio dos gibis e quadrinhos. Por isso, costuma dizer aos jovens que não há uma porta de entrada mais lúdica para o mundo da literatura dos que os gibis e quadrinhos. E aconselha: "leiam bastante, descubram o que gostam de ler e sigam lendo muito, porque este é um horizonte que se abre uma vez e nunca mais se fecha", afirma.
 
O escritor conta ainda que sempre que tinha um dinheiro, comprava e trocava revistinhas, e esta era sua diversão.
 
A ideia de virar escritor veio depois de ser professor, porque já escrevia mas não publicava, pois seu gosto por escrever nasceu das aulas de Português. Ele fazia livrinhos no mimeógrafo a álcool da escola, reaproveitava papel, recortava, grampeava e saía distribuindo na escola. Mas depois a biblioteca da escola recebeu o escritor Admário Luiz, foi convidado para fazer o prefácio de um livro do autor. "Virar escritor de 41 livros foi consequência da persistência", diz.
 
Acompanhe a entrevista do escritor Simão de Miranda ao programa Cotidiano, com a jornalista Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília.

Produtor
joana Darc Lima
Cotidiano
em
17/06/2015 - 17:24
atualizado em
17/06/2015 - 16:58